quarta-feira, 16 de março de 2016

RD+Farma Rondônia 2016





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Rondônia já colheu 60% da área plantada de soja; produção estadual é estimada em 776 mil toneladas



Com propriedades atingindo média de produtividade de 4.200 quilos por hectares, Vilhena, localizada cerca de 705 quilômetros de Porto Velho, já tem quase totalidade da safra 2015/2016 de soja colhida. Esse montante é superior à do restante do estado, que segundo a Associação dos Produtores de Soja e Minho do Estado de Rondônia (Aprosoja-RO) está em 60%.
Para o presidente da Aprosoja, Nadir Comiram, a área colhida não é maior por causa de fatores climáticos que atrasaram o plantio. “Apesar do atraso no plantio por causa da falta de chuvas, a região de Vilhena já colheu quase toda a safra 2015/2016 de soja e terá a melhor média de produção do país”, destacou Comiram.
O quinto levantamento de safras da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta um incremento na safra 2015/2016 na área plantada de 5,8% em relação ao ocorrido na safra 2014/2015. A estimativa de produtividade do Estado é de 3.168 quilos por hectares, superior a nacional que é de 3.037. Com o crescimento, a produção estadual de soja está estimada em 776,2 mil toneladas, garantindo a Rondônia o posto de terceiro maior produtor da oleaginosa da região Norte.
Segundo o secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, esses resultados positivos e crescentes na agricultura são reflexos das tecnologias adotadas pelos produtores. “Os sistemas de integração vem possibilitando a utilização da agricultura na recuperação de áreas degradas com um custo abaixo da forma convencional”, destacou Padovani.
Ele disse, ainda, que a grande vitrine dessas tecnologias é Rondônia Rural Show, feira realizada pelo Governo do Estado, por meio da Seagri, de 25 a 28 de maio em Ji-Paraná.



terça-feira, 15 de março de 2016

MZ Consultoria "Dia do Campo" na Lavoura da Fazenda Parecis do Grupo Mengol em Vilhena-RO 12/03/2016 com Modelos contratadas para recepcionar os Produtores Rurais e Convidados importantes, Agradecimentos Marcos Roberto Zulli Engenheiro Agrônomo













Connect Ji Paraná

VALE A PENA INCORPORAR O CALCÁRIO?

A calagem tem sido reconhecida como uma das principais técnicas na agricultura para controlar a acidez dos solos, reduzir os níveis de Al+3 e atuar como fonte de Ca+2 e Mg+2 para as culturas agrícolas. Em regiões onde a maior parte dos solos são ácidos, como no Brasil, a prática tem sido fundamental para garantir a boa produtividade agrícola. Além disso, o calcário pode proporcionar benefícios para a agricultura ainda pouco conhecidos. Para quem ainda não viu, o artigo COMO A CALAGEM PODE AUMENTAR O SEQUESTRO DE CARBONO NA AGRICULTURAfala um pouco melhor sobre isso. Mas partindo ao tópico principal, vale a pena realizar a incorporação do calcário na sua aplicação? Primeiramente explicaremos as duas principais formas de aplicação do calcário.
Formas de aplicação do calcário
Para quem ainda não sabe, o calcário tem sido aplicado basicamente de duas formas: a) aplicação incorporada, que se baseia na sua aplicação seguida de operações de aração e gradagem; e b) aplicação superficial: que se baseia na sua aplicação sobre a superfície do solo sem revolvimento. A calagem incorporada tem sido utilizada principalmente na conversão de áreas agrícolas com o objetivo de potencializar a reação do produto no solo, uma vez que o mesmo possui baixa solubilidade. No entanto, como demonstrado por diversas pesquisas, revolver o solo em ambiente tropical e subtropical é praticamente assassinar os estoques de carbono, gerando uma série de prejuízos para a qualidade física, química e biológica do mesmo. Se mostrássemos ambas as formas de aplicação para pessoas que nunca viram a calagem na vida e perguntássemos qual das duas é mais eficiente, acredito que mais da metade apostaria na incorporada. Afinal, estamos misturando o produto no solo com o revolvimento, enquanto na aplicação superficial estamos apenas aplicando-o na superfície do solo, é claro que a aplicação incorporada é mais eficiente! Será mesmo?

O calcário em superfície melhora a fertilidade do solo em profundidade?
Diversas pesquisas têm demonstrado que o calcário aplicado em superfície, mesmo na implantação de áreas agrícolas, consegue apresentar efeitos significativos na redução da acidez do solo em camadas mais profundas. CAIRES, E F et al. (1999), avaliando as aplicações de calcário em uma área manejada a quinze anos sob sistema plantio direto (SPD) com alto conteúdo de alumínio (6 mmolc dm-3) e pH ácido (4,5), observou reduções significativas da acidez trocável e potencial do solo pela aplicação do calcário em superfície em até 80 cm de profundidade em apenas 18 meses após a aplicação do calcário. Como afinal foi possível ter um efeito em profundidade de maneira tão rápida com o calcário sendo aplicado em superfície? Como citado anteriormente a área era manejada a 15 anos sob SPD, e a resposta a essa pergunta pode estar diretamente relacionada a isso.
Como calcário se movimenta pelo perfil do solo?
A ausência de perturbação do solo, manutenção de palha sobre a superfície e rotação de culturas presentes no SPD permitem um desenvolvimento da estrutura do solo e formação de uma série de bioporos, os quais proporcionam melhor desenvolvimento radicular das plantas e também a movimentação de partículas de calcário (AMARAL et al., 2004). O efeito da calagem na redução da acidez do solo, portanto, pode ser proveniente da descida de partículas de calcário não dissolvidas pelos canais abertos, como também pelo calcário dissolvido na superfície do solo que desce pelo perfil formando uma frente de alcalinização. A utilização do SPD de forma correta, dessa forma, potencializa os efeitos da calagem, permitindo uma alta eficiência na redução da acidez quando o mesmo é aplicado de forma superficial.
Calagem incorporada vs superficial
YAGI et al. (2014), avaliando a calagem aplicada de forma incorporada e superficial em uma área manejada sob SPD consolidado (mais de 20 anos), observou reduções significativas dos estoques de C do solo pela incorporação do calcário. As operações de revolvimento do solo levam a quebra dos agregados, expondo o C previamente protegido à processos de decomposição pela biomassa microbiana. Já quando o calcário foi superficialmente aplicado, nenhuma redução nos estoques foi observada. Avaliando os aspectos econômicos e produtivos de ambas as formas de aplicação nessa mesma área agrícola, FIDALSKI et al. (2015) concluiu que a incorporação do calcário não apresentou nenhuma vantagem em relação à sua aplicação superficial, tanto em produtividade agrícola quanto em melhorias na fertilidade do solo. Além disso, as reduções da densidade do solo causadas pelo revolvimento se restringiram apenas aos 6 primeiros meses após a incorporação
Na implantação de áreas agrícolas para cultivo de grãos a calagem superficial também tem demonstrado vantagens em relação à incorporada. CAIRES, E F et al. (2006), estudando ambas as formas de aplicação na conversão de uma área de pastagem para plantio direto, também observou reduções significativas dos conteúdos de matéria orgânica devido à incorporação do calcário. O mesmo não ocorreu na sua aplicação superficial sem revolvimento, que demonstrou maiores retornos econômicos.
Áreas agrícolas manejadas respeitando-se os princípios básicos do plantio direto têm garantido boas produtividades aliada à conservação dos solos e do ambiente.

Vale a pena então incorporar o calcário?
                Como pudemos observar, a mobilização do solo realizada para aumentar a reatividade do produto não refletiu em aumentos da produtividade ou da qualidade do solo, e resultou em efeitos deletérios para os estoques de carbono. Além disso, diversas pesquisas mostram que embora o calcário seja um produto de baixa reatividade, a sua aplicação superficial é capaz de atingir camadas mais profundas do solo, principalmente em áreas sob SPD consolidado. A impressão que muitos agricultores têm de que a aração do solo pode potencializar a produção deve ser desmentida para que as amargas consequências do revolvimento não sejam sentidas no futuro.

Referências
AMARAL, A.  et al. Movimentação de partículas de calcário no perfil de um Cambissolo em plantio diretoRevista Brasileira de Ciência do Solo, v. 28, p. 359-367,  2004.
CAIRES, E.; BARTH, G.; GARBUIO, F. Lime application in the establishment of a no-till system for grain crop production in Southern BrazilSoil and Tillage Research, v. 89, n. 1, p. 3-12,  2006.
FIDALSKI, J.; YAGI, R.; TORMENA, C. A. Revolvimento Ocasional e Calagem em Latossolo Muito Argiloso em Sistema Plantio Direto ConsolidadoRevista Brasileira de Ciência do Solo, v. 39, n. 5, p. 1483-1489,  2015.
YAGI, R.; FIDALSKI, J.; TORMENA, C. A. A incorporação de calcário em sistema plantio direto consolidado reduz o estoque de carbono em macroagregados do soloCiência Rural, v. 44, n. 11, p. 1962-1965,  2014.

* Opiniões expressas nesse ambiente são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente representam o posicionamento da AGROPRO. 






#maistecnologia #maisprodução colheita de soja em Vilhena, cone sul do Estado de Rondônia. Produtor com média de produção de 70 sacas hectares.



Dia de Campo de Soja em Porto Velho, na Embrapa Rondônia



sexta-feira, 11 de março de 2016

São Francisco do Guaporé região promissora foi inaugurado hoje secador de grãos da Central agrícola



São Francisco do Guaporé região promissora foi inaugurado hoje secador de grãos da Central agrícola e já recebe as primeiras carga de soja produzida no município, plantadas no sistema integração lavoura e pecuária parabéns aos empreendedores Marcelo e Rudi
Fonte: https://www.facebook.com/padovani.evandro








Porto de Porto Velho supera a marca de 2,8 milhões de toneladas de cargas transportadas em 2015

Porto de Porto Velho supera a marca de 2,8 milhões de toneladas de cargas transportadas em 2015


Cada balsa pode transportar até 2 mil toneladas de grãos

Os dados do Sistema de Desempenho Portuário (SDP) foram divulgados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e apontaram crescimento de 3,9% de movimentação de cargas nos portos brasileiros, superando o recorde de 2014 quando o número registrado foi de 968 milhões de toneladas. Em 2015, o país atingiu a marca de 1,006 bilhão de toneladas.
A maior parcela pode ser atribuída ao transporte de graneis sólidos, representando 62,75% do movimento nacional. Em segundo lugar, aparecem as cargas líquidas com 22,37%, seguidas de cargas conteinerizadas com 9,87% e cargas soltas com 5,01%.
Somente no Porto Público de Porto Velho, sob a administração da Sociedade de Portos e Hidrovias do Estado de Rondônia (Soph), a margem dos graneis superou a marca de 2,6 milhões de toneladas, representando 90,71%, da movimentação de cargas totais em 2015, que superou 2,8 milhões de toneladas no ano.
Para o diretor presidente da Soph, Leudo Buriti, o setor produtivo de Rondônia é vigoroso e fortalece a economia do Estado. “Quando pensamos no semeio de diversas culturas, precisamos pensar também na logística para escoar essa produção, pois a agricultura comercial que atende às demandas do mercado tem evoluído e avançado nos recordes estaduais. Para exportar esses produtos temos o Porto Público com capacidade de operacionalizar até 5 milhões de toneladas/ano. A movimentação na hidrovia do Madeira é muito superior, em torno de 13 milhões de toneladas/ano, pois além do Porto Público temos mais 15 terminais de uso privado e um porto IP4”, explicou Leudo.
O diretor de fiscalização e operação da Soph, Edinaldo Gonçalves (Caico), acredita que a evolução da produção agrícola de Rondônia é fruto de um planejamento a partir de medidas de incentivo e de plantio. “O pequeno e o grande produtor tem hoje uma facilidade muito ampla quando pensamos na disponibilidade de técnicos e formas de auxiliar o aumento da produtividade e o incremento da área plantada. O acesso à informação foi facilitado através de ideias como a Rondônia Rural Show, onde diversos especialistas se reúnem e apresentam as novidades e produtos para modernização do campo, aumentando a produtividade”, declarou Caico.

Fonte
Texto: Rafaela Schuindt
Fotos: Rafaela schuindt
Secom - Governo de Rondônia

 http://www.rondonia.ro.gov.br/2016/03/107139/

Visão Web

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Connect Ji Paraná

quinta-feira, 10 de março de 2016

Conselho de Desenvolvimento aprova recursos para desenvolver cafeicultura em Rondônia com foco na melhoria da qualidade

Conselho de Desenvolvimento aprova recursos para

 desenvolver cafeicultura em Rondônia com foco na melhoria da qualidade

CAFÉ_17-02_FOTO PAULO SÉRGIO (1)
Membros do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder), presidido pelo governador Confúcio Moura, discutiram na tarde desta terça-feira (8), na 49ª reunião ordinária do colegiado, pauta com 16 itens de interesse da economia estadual, entre eles concessão de incentivos tributários, calendário de feiras e eventos, alteração em resoluções, projetos e doação de áreas no distrito industrial de Porto Velho.
Formando por 12 membros efetivos e três convidados, o Conder aprovou projeto apresentado pelo Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RO) que promove o desenvolvimento da cafeicultura com foco na melhoria da qualidade, produtividade e gestão da atividade cafeeira.
No valor de R$ 1,5 milhão, o projeto será financiado com recursos do Sebrae/RO (62%); governo do Estado, por meio do Conder (25%) e Secretaria de Estado da Agricultura (12%). “Esse projeto se alia com a estratégia de governo de apoiar as principais cadeias produtivas de Rondônia, e o café, para o Sebrae, é uma das linhas de prioridade”, disse Desostenes Marcos Nascimento, que apresentou em nome da instituição a proposta.
Segundo ele, Rondônia tem potencial para ampliar a produção e qualidade do café. Hoje são 88,4 mil hectares de plantio e 22 mil produtores envolvidos, colocando o estado em 5º lugar na produção nacional e 2º lugar na produção da espécie conilon. “Mas poderíamos ter cafeicultores especializados em muito maior número do que temos hoje, e isso não aconteceu porque ao longo do tempo não se investiu numa política de qualidade e inovação tecnológica no tratamento da matéria primeira e insumos”, disse Nascimento.
O projeto envolverá sete municípios localizados no leste de Rondônia, responsáveis por mais de 60% da produção cafeeira. Serão treinados 300 produtores rurais diretamente e outros 900 indiretamente. O café é componente importante da arrecadação estadual, e os números são crescentes – em 2013 foram arrecadados R$ 31,48 milhões; em 2014 R$ 40,25 milhões e em 2015, R$ 44, 97 milhões.
O secretário George Braga (Planejamento) disse que o projeto realimenta a arrecadação, a geração de emprego e renda, e o condão do Conder é oferecer apoio financeiro para o desenvolvimento. O representante da Federação da Agricultura e Pecuária de Rondônia (Faperon), Wilson Dias, disse que a entidade poderá oferecer treinamentos ao cafeicultor.MEIO AMBIENTE
O governador Confúcio Moura saudou os novos integrantes do Conder, entre eles Amauri Aguiar, do Banco do Brasil, e Valdemar Camata Jr., dirigente do Sebrae/RO, e pediu para que na próxima reunião Camata apresente sugestão sobre maneira de incluir o componente ambiental entre critérios para aprovar projetos e investimentos.
“Ao investir em projetos de desenvolvimento, no apoio a uma empresa, vamos procurar saber se ela destina recurso para preservação, para iniciativa de sustentabilidade. O mundo já está lutando contra o aquecimento global, e entendo que não podemos financiar empresas que não tenham compromisso ambiental não apenas com Rondônia mas com o mundo”, registrou o governador, sublinhando ter sido o próprio Camata, em conversa anterior, que sugeriu a inclusão do tema.
RONDÔNIA RURAL SHOW
O investimento de R$ 250 mil para montagem do Espaço Empresarial da 5ª Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná, também foi aprovado. O evento se realizará de 25 a 28 de maio, e já tem confirmada participação de investidores da Bolívia, Peru e África. O secretário-executivo do Conder, superintendente de Desenvolvimento Basílio Leandro Oliveira, disse que o Espaço Empresarial é uma exigência para atender bem visitantes e investidores, e será construído com licitação direta da Suder.
Antes dessa data, o governador Confúcio Moura apresentará na sede da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) em Brasília, para representantes de embaixadas, uma exposição sobre potencialidades de Rondônia e sobre o evento, que no ano passado, segundo o secretário Evandro Padovani (Agricultura), gerou R$ 621 milhões em negócios.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), Marcelo Thomé, fez a defesa do Plano de Desenvolvimento Logístico e Industrial para o Estado de Rondônia, um investimento de pouco mais de R$ 3 milhões, mas o conselheiro Wagner de Freitas, secretário de Finanças, pediu vistas com o objetivo de conhecer melhor a proposta.
Diante do pedido de Thomé para que uma proposta anteriormente recusada pelo colegiado fosse levada ao exame da Procuradoria Geral do Estado, o secretário-executivo Basílio Leandro disse que as propostas em pauta passaram a ter  parecer do órgão, quando necessário,  antes da reunião do Conselho para evitar “constrangimento” ao governador no caso de, aprovadas, ser depois questionada a legalidade.
MEMBROS
Integram ainda o Conder Wilson Alves Filho (CEF), Edmar Bernaldino (Banco da Amazonia) e Francisco Hidalgo (Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Rondônia). Participaram da reunião os conselheiros convidados deputado Aelcio da TV, representando a Assembleia Legislativa e o secretário-adjunto de Desenvolvimento Ambiental Francisco de Sales. O secretário-chefe da Casa Civil Emerson Castro esteve presente.

Fonte
Texto: Mara Paraguassu
Secom - Governo de Rondônia

Dia de Campo


terça-feira, 1 de março de 2016

Reflorestamento Irmãos Batista.





Como começou seu interesse pelo reflorestamento?
 
Por sermos do setor madeireiro e possuímos essa necessidade de matéria prima iniciou um projeto de reflorestamento, para termos acesso a matéria prima com baixo custo de produção comparado com a mata nativa e sem contar com o meio ambiente, pois estaremos contribuindo com a preservação da mata nativa e com o mundo pois o reflorestamento tem sido de grande importância para a preservação ambiental .
Quais as espécies das arvores que foram plantadas e nós fale dos futuros projetos do Grupo Irmãos Batista para o reflorestamento?
Quando iniciamos na região não tinha nada plantado nem um projeto executado então optamos por duas variedades o pinus e o eucalipto para ver qual que se adaptaria melhor e ambos adaptaram só que o eucalipto deu um melhor desempenho. Nosso projeto e de estarmos plantando 5 milhões de arvores com uma área aproximadamente de 4 mil hectares.


Quando você iniciou o projeto como obteve as informações necessárias para a realização do reflorestamento?
​Iniciamos um projeto pioneiro e todas as informações que existiam eram de literatura, nada na prática,  então nos fomos plantando errando e aprendendo, hoje estamos indo para o quinto plantio e já podemos dizer que temos uma certa experiência, trouxemos alguns técnicos do Paraná e São Paulo e contamos também com um técnico local que é o engenheiro Aparecido Donadoni que foi peça fundamental  responsável pelo inicio do reflorestamento, ele que nos incentivou e  produziu as primeiras mudas, ele e a pessoa aqui da região que pode estar esclarecendo qualquer informação dada da área técnica com maior aprofundamento.


Quem tiver interesse em comprar a bio massa (lenha) pode desde já entrar em contato com o Reflorestamento Irmãos Batista.
(69) 3322-3040

Vidraçaria Campo Grande Ji-Paraná – RO





Qualidade em Cada Detalhe 

O vidro popularizou-se no século 20 e hoje empresta luxo e modernidade às mais belas construções arquitetônicas. A combinação de ferro, aço, cimento, vidro e outros materiais permitiram obras maiores, melhores e até arrojadas. A valorização da funcionalidade, com melhor distribuição e iluminação dos espaços de acordo com finalidades específicas, estimulou a criação de obras mais bem planejadas e executadas a menor custo. Em Ji-Paraná contamos com uma empresa especializada em oferecer o que há de melhor em vidros á Vidraçaria Campo Grande


Fundada em 25 de Junho de 1977, em Vila de Rondônia, atualmente Município de Ji-Paraná. A Vidraçaria Campo Grande é uma das empresas pioneiras, conceituada em Ji-paraná no ramo de vidros comuns: Box, espelhos e molduras. Buscamos oferecer o que a de melhor para nossos clientes, tanto no aspecto técnico como funcional, pois com as exigências de mercado ao longo tempo diversificamos e atualizamos nossa linha de produtos. Nosso maior foco: vidros temperados, vidros laminados, fachadas glazing structural, fachadas grid, spider, esquadrias de alumínio, portas, janelas, portões, tampo para mesa, gôndolas, vitrines, acessórios etc. A Vidraçaria Campo Grande tem participação expressiva no mercado, atendemos toda região norte, com funcionários capacitados, oferecendo atendimento de qualidade e assistência técnica especializada. Procurando atender nossos clientes da melhor forma, inclusive formamos varias parcerias com arquitetos, engenheiros e outros profissionais de mercados.
Contato:
Vidraçaria Campo Grande
Fone: (69) 3421-2621
End: R. Maringá, 307 - Nova Brasília, Ji-Paraná – RO

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